20 de novembro de 2009

Relatório da ONU promove o direito a operações de mudança de sexo

Relatório da ONU promove o direito a operações de mudança de sexo

Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 5 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma semana depois que países criticaram um fiscalizador especial da Organização das Nações Unidas (ONU) por exceder seu mandato a fim de promover uma redefinição do termo "gênero" e um polêmico documento de "direitos gays" conhecido como Princípios de Yogyakarta, um segundo relatório especial — desta vez sobre saúde — está provocando preocupações semelhantes.

Apresentado à Assembleia Geral da ONU no mês passado, "O Direito de Todos ao Prazer do Padrão Mais Elevado da Saúde Física e Mental", elaborado pelo fiscalizador especial Anand Grover, faz referências não somente aos Princípios de Yogyakarta, mas também uma "Recomendação Geral" ardentemente contestada pelo comitê que monitora a submissão dos países ao Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. A Recomendação Geral 20 introduz uma categoria de não discriminação com base na "orientação sexual e identidade de gênero" nesse tratado, muito embora os países membros da ONU tenham repetidamente rejeitado a inclusão de tal categoria em documentos legais internacionais obrigatórios.

Os críticos vêem uma pressão coordenada para promover os Princípios de Yogyakarta, injetando-o no sistema da ONU por meio de repetidas referências e assim criar a impressão de que existe uma norma de "direito suave". Os Princípios de Yogyakarta têm o propósito de "refletir a condição existente das leis de direitos humanos" com relação à orientação sexual e identidade de gênero, mas meramente refletem as predileções de ação política dos quase 30 especialistas auto-selecionados, ativistas e burocratas da ONU que os elaboraram. Aliás, termos tais como "orientação sexual" e "identidade de gênero" não são definidos em nenhum documento legal internacional obrigatório e provavelmente nunca seriam aceitos pelos países membros da ONU.

Os Princípios específicos referidos no relatório de Grover são os Princípios 17 e 18. Embora o contexto faça referência a consentimento informado com relação a procedimentos médicos entre "grupos vulneráveis", o texto dos Princípios 17 e 18 contém vários mandatos polêmicos. O Princípio 17 exige que os países "facilitem acesso aos que buscam modificações físicas relacionadas à mudança de gênero" (isto é, operações de "mudança de sexo"), enquanto o Princípio 18 exige que os países "garantam que todo tratamento ou aconselhamento médico ou psicológico não trate explicitamente ou implicitamente a orientação sexual e a identidade de gênero como problemas médicos a serem tratados, adquiridos ou suprimidos". Tal mandato negaria àqueles que estão sofrendo de desordens sexuais a opção de receber terapia reparativa.

Grover é um jurista ativista da Índia que trabalhou no caso que resultou num tribunal regional decidindo nesse verão passado que a lei anti-sodomia da Índia viola a Constituição indiana. No ano passado ele sucedeu Paul Hunt — um dos trinta elaboradores de Yogyakarta — como fiscalizador especial em saúde.

Atribui-se também a Grover o papel de ter ajudado a elaborar as Normas Internacionais de Direitos Humanos de HIV/AIDS, um documento de 1996 relançado em 2002 que pede a revogação de "todas as leis criminais que proíbem atos sexuais (inclusive adultério, sodomia, fornicação e encontros sexuais comerciais) entre adultos que consentem em privado" — um passo que os críticos apontam provocaria a propagação do HIV/AIDS.

A nomeação de Grover como fiscalizador de saúde foi muito bem recebida por organizações ativistas tais como a Aliança Internacional HIV/AIDS. A organização, que promove "ações comunitárias sobre AIDS nos países em desenvolvimento", observou na ocasião que "Anand vem ardentemente lutando pelos direitos de profissionais do sexo, usuários de droga e homens que fazem sexo com homens", chamando a nomeação de "uma oportunidade tremenda e um passo na direção certa".

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09110502.html

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Líder da República Tcheca assina Tratado de Lisboa

Líder da República Tcheca assina Tratado de Lisboa

Não há mais barreiras para o novo superestado europeu

Hilary White

PRAGA, Tchecoslováquia, 3 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O presidente da República Tcheca, Vaclav Klaus, assinou o Tratado de Lisboa às 15h, conforme a hora da Europa Central. Ele é o último líder dos 27 líderes da União Européia a assinar, removendo assim a última barreira para a implementação do Tratado de Lisboa, o documento que dizem ser efetivamente idêntico à Constituição Européia que foi derrotada pelos eleitores públicos na França e na Holanda em 2005.

Klaus, o líder eurocético do país que fazia parte do bloco soviético, alertou repetidas vezes contra a intrusão do Tratado de Lisboa na soberania nacional e democracia, chamando o projeto de uma "Europa unida" de uma volta à tirania esquerdista. Desde o começo da batalha por causa do tratado, Klaus avisou que a ratificação do tratado sinalizaria o fim de seu país e o fim de todas as nações européias como Estados soberanos independentes.

Depois do voto "sim" no referendo da Irlanda no mês passado, a oposição de Klaus ao tratado era a última barreira para a plena implementação do acordo que os ativistas pró-vida alertaram que provavelmente resultará na perda dos direitos dos países de aprovarem leis que protegem os bebês em gestação e os idosos do aborto e eutanásia. Líderes pró-vida da Irlanda avisaram que sob o tratado as leis dos países membros serão interpretadas não pelos tribunais nacionais, mas pelo Tribunal Europeu de Justiça que não está sob a obrigação legal de considerar nenhuma outra lei além da lei européia.

Hoje as inclinações anticristãs e secularistas das instituições da UE foram ilustradas quando o Tribunal Europeu de Direitos Humanos decidiu que crucifixos têm de ser removidos das escolas estatais italianas. Em resposta à queixa de uma mulher italiana em Pádua, o tribunal de Estrasburgo decidiu: "A presença do crucifixo… poderia facilmente ser interpretada pelos alunos de todas as idades como um sinal religioso e eles poderiam sentir que estão sendo educados num ambiente escolar que leva a marca de determinada religião".

O tribunal decidiu que o Estado italiano tem de "parar de impor crenças em locais em que indivíduos dependem para ficar". Defensores da família avisaram que esse tipo de decisão sob o Tratado de Lisboa se tornaria obrigatória para todos os países membros, levando à ativa repressão em toda a Europa de expressões públicas do Cristianismo ou qualquer outra convicção que se oponha ao dominante secularismo europeu oficial.

Num discurso em 2005, Klaus perguntou a si mesmo se os ex-países comunistas não estavam arriscando cair em outro beco sem saída de sociedade controlada, de assistencialismo improdutivo, de bravo novo mundo de democracia social européia e de europeísmo vazio e artificial".

A capitulação de Klaus foi antecipada na cúpula da UE da semana passada, quando o presidente francês Nicholas Sarkozy disse: "O Tratado de Lisboa entrará em vigor sem dúvida nenhuma no máximo até 1 de dezembro".

Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Lisbon Will Force Abortion into Ireland through EU Charter of Human Rights: Irish Pro-Life Lobby
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072006.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09110307.html

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19 de novembro de 2009

Tribunal Europeu de Direitos Humanos proíbe crucifixos nas escolas da Itália

Tribunal Europeu de Direitos Humanos proíbe crucifixos nas escolas da Itália

Thaddeus M. Baklinski

ESTRASBURGO/ROMA, 3 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Europeu de Direitos Humanos decidiu hoje que a exposição de crucifixos nas salas de aulas da Itália viola os direitos dos pais à educação laica para seus filhos.

O tribunal de Estrasburgo mostrou que, "A exibição compulsória de um símbolo de determinada religião em dependências usadas por autoridades públicas… restringe o direito dos pais de educar seus filhos em conformidade com suas convicções".

"A presença do crucifixo… poderia facilmente ser interpretada pelos alunos de todas as idades como um sinal religioso e eles poderiam sentir que estão sendo educados num ambiente escolar que leva a marca de determinada religião", disse o tribunal numa declaração, acrescentando que a presença de tais símbolos poderia ser "perturbante para alunos que praticam outras religiões ou que são ateus".

Os sete juízes que decidiram o caso acrescentaram que os crucifixos nas salas de aula também restringem "o direito de as crianças crerem ou não crerem", de acordo com a declaração citada pela agência noticiosa AFP.

O caso foi levado ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos por Soile Lautsi, mãe de dois filhos de Abano Terme, perto de Pádua. Ela alegou que seus filhos estavam sendo influenciados ao ter de freqüentar uma escola que tinha crucifixos em todas as salas.

Decidindo que isso contradiz a separação de Igreja e Estado na Itália, o tribunal a premiou com 5.000 euros (7.400) em danos.

O tribunal, porém, não ordenou que as autoridades italianas removessem os crucifixos, e o governo italiano disse que apelaria para a Grande Câmara do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, de acordo com a agência noticiosa ANSA.

A decisão provocou revolta em toda a Itália, com líderes religiosos e políticos condenando a decisão usando palavras como "horrorosa", "repulsiva", "pagã" e "fraca".

"Essa é uma decisão nojenta", disse Rocco Buttiglione, ex-ministro da cultura.

"Temos de rejeitá-la firmemente. A Itália tem sua cultura, suas tradições e sua história. Aqueles que vêm para este país precisam compreender e aceitar esta cultura e esta história", disse ele.

Mariastella Gelmini, ministra da educação, disse que a decisão é "uma ofensa às nossas tradições".

"A presença de um crucifixo na sala de aula não significa adesão ao catolicismo romano, mas sim é um símbolo de nossa tradição", disse Gelmini para a agência noticiosa ANSA. Ela apontou para o fato de que, "A história da Itália é marcada por símbolos e se apagarmos os símbolos, apagamos parte de nós mesmos. Ninguém, e certamente não um tribunal europeu ideológico, terá sucesso em apagar nossa identidade".

"Não é eliminando as tradições de países individuais que uma Europa unida será construída", declarou Gelmini.

Mario Baccini, senador no governo do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, disse que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos "está à deriva no paganismo", enquanto Pierferdinando Casini do partido de oposição União dos Democratas Cristãos disse que a decisão mostra que as instituições da União Européia são "impotentes" em sua negligência de reconhecer as raízes cristãs da Europa.

O porta-voz do Vaticano, o Rev. Federico Lombardi, disse que queria ver a decisão e as razões por trás dela antes de comentar, ao passo que a Conferência dos Bispos da Itália disse que o veredicto é "parcial e ideológico" e "desperta tristeza e pasmo".

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09110311.html

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18 de novembro de 2009

Adiada votação de projeto que criminaliza a oposição ao homossexualismo

Adiada votação de projeto que criminaliza a oposição ao homossexualismo

Nota de Julio Severo: Embora a matéria abaixo do Senado se esquive de chamar o PLC 122/2006 de projeto anti-"homofobia", é assim mesmo que Fátima Cleide o trata. Agora, o texto completo do Senado publicado hoje:

Adiada votação de projeto que criminaliza preconceito contra idosos, deficientes e homossexuais

Foi concedido pedido de vista coletiva ao substitutivo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) ao PLC 122/06, que torna crime a discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais. A expectativa é que a proposição entre novamente em pauta na reunião da próxima semana.

O projeto divide opiniões: os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR-ES), por exemplo, temem que os religiosos possam ser punidos por ensinar a seus filhos que a homossexualidade é um pecado, de acordo com valores religiosos. Malta afirma temer que se crie uma "casta" ao proteger pessoas que, segundo afirma, já tem direitos como cidadãos garantidos na Constituição.

Já a relatora da proposta, senadora Fátima Cleide, salienta que a sociedade brasileira "não pode mais continuar se omitindo" diante da violência, física e psicológica, a que são submetidos os homossexuais. O presidente da CDH, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), afirmou que o projeto já não se trata mais de homofobia, mas sim de "sociofobias".

A CDH deverá realizar uma audiência pública para discutir o tema.

Fonte: Agência Senado

Leia mais:

Surpresa! PLC 122 é aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado

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Fiscalizador da ONU criticado por relatório afirmando gênero como “construção social”

Fiscalizador da ONU criticado por relatório afirmando gênero como "construção social"

Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 29 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Muitos países fizeram fila nesta semana para criticar um relatório especial sobre "abusos de direitos humanos com base em gênero em medidas contra o terrorismo" por promover uma noção de gênero como uma construção social flexível e avançando um documento de "direitos gays" da ONU conhecido como os Princípios de Yogyakarta, em vez de ocupar sua atenção na tarefa incumbida de examinar o abuso de mulheres apanhadas no meio da global "guerra contra o terrorismo".

Apelidada de "discussão interativa" com o Fiscalizador Especial da ONU Martin Scheinin, as críticas da Organização dos Países Islâmicos e do Grupo Africano, representados pela Malásia e Tanzânia respectivamente, condenaram Scheinin por exceder seu mandato em violação do Código de Conduta do Conselho de Direitos Humanos. De acordo com o Grupo Africano, Scheinin fez uso indevido de sua posição para avançar os polêmicos Princípios de Yogyakarta, uma declaração que tem o propósito de "refletir a condição existente das leis de direitos humanos" com relação à "orientação sexual e identidade de gênero". Scheinin é um dos quase trinta "especialistas" auto-eleitos que elaboraram os Princípios de Yogyakarta em 2007.

Em resposta, Scheinin defendeu seu uso dos Princípios de Yogyakarta como "plenamente legítimos", chamando-os de um documento de "direito suave" que "enriquece" nossa compreensão das normas obrigatórias de direitos humanos. Um delegado, em comentários para Friday Fax de C-Fam, não fez caso da afirmação de "direito suave", apontando para o fato de que não há consenso internacional sobre orientação sexual como categoria de não discriminação e não há nenhuma obrigação legal compulsória.

Uma declaração da nação caribenha de Santa Lucia repreendeu Scheinin por se desviar da definição oficialmente aceita de gênero na Plataforma de Ação de Beijing e no Estatuto de Roma do Tribunal Criminal Internacional, ambos dos quais afirmam a compreensão tradicional do termo. A delegação dos Estados Unidos, indicando continuidade com a política do governo Bush, também apoiou o uso de Beijing, enquanto acrescentou que os EUA estavam interessados no efeito que as medidas antiterrorismo estavam tendo nas "lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros". O Estatuto de Roma define gênero como "os dois sexos, masculino e feminino, dentro do contexto da sociedade", e o documento de Beijing confirma o "uso comum geralmente aceito" do termo.

A Santa Sé reafirmou que "gênero é baseado na identidade sexual biológica, masculina e feminina", e rejeitou "a noção de que dá para se adotar a identidade sexual de forma indefinida". A Índia, que raras vezes fala acerca de tais questões sociais que envolvem discórdias, culpou o Fiscalizador Especial por redefinir a "perspectiva de gênero", e por levar o comitê a um debate "acadêmico" distante de seu mandato.

Scheinin também tinha quem o defendesse, principalmente entre as nações européias e certos países latino-americanos, tais como Uruguai e Chile. A Noruega expressou "pleno apoio" ao relatório e saudou a elástica ideia de gênero de Scheinin. A Suíça repreendeu as nações que atacaram o Fiscalizador Especial porque elas não concordaram com seu relatório, acrescentando que elas têm de sujeitar-se a todas as resoluções subseqüentes baseadas nesse relatório.

Um delegado que criticou a "arrogância" de Scheinin e seus apoiadores europeus resumiu a discussão dizendo: "Basicamente, eles têm permissão de nos criticar, mas nós não temos permissão de criticá-los. Eles são deuses".

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102906.html

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17 de novembro de 2009

Ativistas gays da Escócia condenados à prisão perpétua por pedofilia

Ativistas gays da Escócia condenados à prisão perpétua por pedofilia

Thaddeus M. Baklinski

EDIMBURGO, Escócia, 3 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um influente ativista gay e líder de grupo de jovens, juntamente com outro ativista homossexual, foram presos, em sentenças de prisão perpétua, por seu envolvimento na maior rede de pedofilia já descoberta na Escócia.

James Rennie, que já foi coordenador do grupo Jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) da Escócia e ex-professor, e Neil Strachan, ex-secretário de um grupo de meninos celtas e defensor de questões homossexuais, foram condenados em maio em acusações que incluem ataques sexuais a meninos, conspiração para abusar de meninos e posse e distribuição de pornografia infantil.

Rennie e Strachan eram líderes da rede de pedofilia que foi descoberta em 2007 depois de uma intensa investigação policial, cujo nome de código era Operação Álgebra.

A investigação levou à prisão de seis outros homens além de Rennie e Strachan, e à apreensão de mais de 125.000 imagens e vídeos de abuso infantil.

Rennie, de 38 anos, foi condenado por 14 crimes, incluindo estuprar um menininho que era deixado ocasionalmente sob o cuidado dele por amigos durante um período de mais de quatro anos, começando quando o menino tinha três meses de idade. Rennie foi sentenciado à prisão perpétua, com direito à soltura condicional após 13 anos de cadeia.

Strachan, de 41 anos, foi condenado por 9 crimes, inclusive tentar sodomizar um bebê do sexo masculino de 1 ano e meio e de atacar sexualmente um menino de seis anos. Ele foi sentenciado à prisão perpétua, com direito à soltura condicional após 16 anos de cadeia.

O juiz Lord Bannatyne disse que a dupla é culpada de repulsivos e horrorosos abusos de confiança, já que ambos os homens haviam abusado de meninos de amigos entregues a eles para tomarem conta. Ambos fotografaram os abusos.

"Esses crimes envolvem crianças reais e muitas das fotos envolvem crianças sendo sexualmente abusadas, muitas vezes de forma horrorosa. Há vítimas reais desses crimes, isto é, as crianças que foram fotografadas e abusadas", disse Lord Bannatyne.

Bannatyne impôs uma ordem judicial de restrição permanente, usada para os criminosos sexuais mais violentos e perigosos, para ambos os homens, indicando que provavelmente eles "seriamente colocariam em perigo o bem-estar físico de alguém do público". Essa ordem os colocará debaixo de projetos de avaliação e administração de risco pelo resto da vida.

Veja a cobertura anterior de LSN:

Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/lider-de-rede-de-pedofilia-era.html

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/diretor-de-grupo-homossexual-declarado.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09110308.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a "Notícias Pró-Família". Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para "NoticiasProFamilia.blogspot.com". O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Enquete do Senado: Vote hoje!

Enquete do Senado: Vote hoje!

Vote e divulgue esta mensagem a todos os seus amigos para que votem "não" ao PLC 122/2006 em enquete do Senado

Julio Severo

Parece muito mais do que coincidência que, no mês de novembro quando a senadora petista Fátima Cleide está determinada a avançar o PLC 122/2006 custe o quanto custar ao Brasil, o Senado faz vista grossa às manobras dela, anula resultados da enquete anterior favoráveis aos sentimentos da própria população brasileira e refaz uma enquete que, do ponto de vista técnico, é uma grande furada.

Fico me perguntando se o Senado é alguma redoma, onde os senadores se isolam da realidade nacional maior e tentam impor sobre o restante da população a realidade menor e interior deles. Mesmo com o radicalismo da esquerda em geral e do PT em particular reinando sobre o Brasil, pesquisa de instituto ligado ao PT apurou que 99% da população brasileira não aceitam o homossexualismo.

Apesar disso, a redoma do Senado ou do PT não permite que Fátima Cleide aceite a realidade do Brasil. E a enquete, feita propositadamente ou não para que crianças de cinco anos votem quantas vezes quiserem, vem no mesmo passo do PT em geral e de Fátima Cleide em particular: manobras, manobras e manobras.

Mesmo assim, vamos votar. Vote um forte "NÃO" à tirania homossexual na enquete: http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Se votarmos em número suficiente, o Senado provavelmente anulará os resultados. Se permitirmos que o voto "sim" prevaleça, Fátima Cleide usará os resultados como prova de que o Brasil pensa como os habitantes da redoma.

Mas não fique só no voto. Incomode os habitantes da redoma do Senado com seus telefonemas, emails e outros contatos. Visite os senadores do seu estado em suas respectivas localidades. Ajude-os a entender que, fora da redoma do PT e dos radicais grupos homossexuais, 99% da população pensam normal: homossexualismo não é bom para o país, para a sociedade e para as famílias. Homossexualismo e homossexualidade não são bons para ninguém.

Vote "não" à anormalidade sexual. Vote "não" ao PLC 122/2006: http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Esta é a campanha do "não" à ditadura homossexual.

Distribua esta mensagem livremente para todos os seus amigos.

Fonte: www.juliosevero.com

Enquete do Senado: Senado isenta-se de negligências culpando hackers

Enquete do Senado sobre PLC 122 fora do ar

"Pesquisa" no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são "homofóbicos" e precisam ser reeducados

Brasileiros não apoiam a homossexualidade

PLC 122: Perigo de nova votação surpresa esta semana na Comissão de Direitos Humanos

Surpresa! PLC 122 é aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado

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16 de novembro de 2009

Lei da tirania homossexual pode ser votada a qualquer momento

Lei da tirania homossexual pode ser votada a qualquer momento

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

O Projeto de Lei PLC 122/2006, que glorifica o homossexualismo e pune como criminosos os que se opuserem a essa prática, foi aprovado às pressas na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e pode ser votado a qualquer momento na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da mesma Casa.

O golpe foi dado pela relatora senadora Fátima Cleide (PT/RO) na sessão do dia 10 de novembro. Estava prevista a realização de uma audiência pública sobre a matéria. Por isso, ninguém esperava que a votação pudesse ocorrer imediatamente. No entanto, naquele dia a senadora apresentou o requerimento nº 96, de 2009 (item 61 — extrapauta) solicitando a dispensa da audiência pública. O requerimento foi aprovado. Imediatamente, o projeto (PLC 122/2006) foi posto em votação (item 62) e aprovado.

Não é de se estranhar a manobra feita para aprovar uma das principais bandeiras do PT e um dos principais itens do programa de governo do presidente Lula: tornar criminosos os "homofóbicos" (opositores do homossexualismo).

O que é estranho é que a manobra tenha sido acolhida sem protestos por nenhum dos membros da CAS. Os protestos só vieram no dia seguinte em reunião do plenário.

Para facilitar a aprovação do projeto, a senadora Fátima Cleide propôs um substitutivo, no qual trocou o seis pela meia dúzia. Para disfarçar o essencial objetivo da proposta, que é exaltar o vício contra a natureza e punir penalmente seus opositores, a relatora acrescentou a "condição de pessoa idosa ou deficiente" entre as vítimas do "preconceito".

Se esse projeto de lei aprovado — que Deus não o permita! — o presidente o sancionará imediatamente. Começará uma época de perseguição e violência aos valores familiares e religiosos como nunca se presenciou no país. Os sacerdotes, catequistas, reitores de seminários, diretores de escolas religiosas, pais e mães de família, enfim qualquer pessoa de bom senso que  não se conforme em tratar com naturalidade aquilo que é antinatural será convertido em criminoso. As sanções pecuniárias serão destinadas a financiar "campanhas educativas" (sic) contra a "discriminação".

É de se notar que a lei trata a oposição ao homossexualismo não só como crime, mas como uma falta de "educação". Educar, segundo a lei, significa constranger a população a aceitar passivamente a subversão da ordem natural.

A história não pára aí. O projeto, já aprovado na CAS, foi agora enviado à CDH (Comissão de Direitos Humanos).

Adivinhe quem o presidente da CDH, Senador Cristóvão Buarque, escolheu como relator da matéria.
Acertou: a própria senadora Fátima Cleide (PT/RO)! Obviamente o seu relatório será o mesmo que o que foi aprovado na CAS.

O PLC 122/2006 pode ser posto em votação e aprovado na CDH a qualquer momento, da mesma forma como foi votado e aprovado na CAS!

O que você pode fazer?

* Telefonar gratuitamente para o Alô Senado (0800 612211) e enviar uma mensagem aos membros da Comissão de Direitos Humanos para que votem pela rejeição total do PLC 122/2006.

* Participar da enquete em http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0 e responder NÃO à pergunta: "Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?"

* Enviar uma mensagem para os membros da Comissão de Direitos Humanos (CDH) em http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado. Por exemplo:

"Solicito aos senadores membros da CDH que votem pela rejeição total do PLC 122/2006, que glorifica o homossexualismo e instaura a perseguição religiosa no país".

NOTA DE JULIO SEVERO: De acordo com informação que acabo de receber, o PLC 122/2006 já está na pauta oficial de votação da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado para esta quarta-feira (18/11) às 10h. Portanto, você precisa se mobilizar urgentemente!

Divulgação: www.juliosevero.com

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Diretora de clínica de aborto se demite depois de assistir a uma ultra-sonografia de aborto

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Federação de Planejamento Familiar entra com ordem judicial de proibição

Kathleen Gilbert

BRYAN, Texas, EUA, 2 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A diretora da clínica de aborto da Federação de Planejamento Familiar do Texas onde se originou a campanha 40 Dias pela Vida se demitiu, dizendo que teve uma experiência de conversão depois de assistir a um vídeo de ultra-sonografia de uma criança sendo morta pelo aborto.

"Cheguei à conclusão de que não posso mais fazer isso, e foi como se um relâmpago tivesse me atingido", disse Abby Johnson numa entrevista ao canal de TV local KBTX 3.

Johnson estava ligada à clínica da Federação de Planejamento Familiar da cidade de Bryan há oito anos, e trabalhou como diretora por dois. Ela disse ter começado a se sentir incomodada com a filosofia de negócios da federação depois que a organização, que estava sofrendo declínio econômico, a orientou a tentar atrair para a clínica mais mulheres interessadas em abortar. "O dinheiro não estava sendo investido em planejamento familiar, o dinheiro não estava sendo investido para prevenir, o dinheiro estava sendo investido na realização de abortos. Portanto, vi um problema nisso", disse Johnson.

Mas o momento decisivo para Johnson ocorreu quando ela viu uma real imagem de ultra-som de um aborto sendo realizado num bebê em gestação.

"Sinto-me tão pura no coração. Não tenho essa culpa. Não tenho esse peso mais", disse Johnson. "E é assim que sei que essa conversão foi uma conversão espiritual".

Johnson se demitiu em 6 de outubro, perto do início da sexta campanha anual 40 Dias pela Vida em Bryan, e desde então ela se uniu à Coalizão pela Vida local para começar a orar perto de seu antigo lugar de trabalho. A Coalizão pela Vida é a organização local que iniciou 40 Dias pela Vida, a campanha nacional de oração e jejum que estava em andamento quando Johnson se demitiu.

"Essa é de longe a coisa mais maravilhosa que aconteceu com a Coalizão pela Vida em sua história inteira… agradecemos a Deus!" escreveu Shawn Carney, diretora da Coalizão pela Vida que vem trabalhando com Johnson desde sua demissão no site da organização.

David Bereit, diretor nacional de 40 Dias pela Vida, disse que a "conversão maravilhosa de Johnson demonstra a importância de uma presença constante e pacífica de oração em frente das clínicas de oração".

"Desde a primeira campanha em 2004 estamos orando por Abby — e por todos os que trabalham fazendo abortos — para que eles venham a ver o que o aborto realmente é, e para que eles saiam desse negócio assassino. Nesse caso, essas orações foram respondidas", disse Bereit. "Estamos tão orgulhosos da coragem de Abby de sair da indústria do aborto e anunciar publicamente seus motivos para sair".

O testemunho dela está recebendo ampla atenção depois que foi postado no site do Drudge Report hoje.

A Federação de Planejamento Familiar reagiu com ações legais na sexta-feira entrando com uma ordem judicial de proibição, buscando impedir Johnson e a Coalizão pela Vida de revelar informações confidenciais. "Lamentamos ser forçados a recorrer aos tribunais para proteger a segurança e confidencialidade de nossas clientes e funcionários. Contudo, nesse caso é absolutamente necessário", disse a federação num comunicado.

Uma audiência judicial para a ordem de proibição foi marcada para 10 de novembro.

Johnson é um dos oito funcionários da indústria de aborto que deixaram seus empregos durante a quinta campanha coordenada 40 Dias pela Vida que terminou ontem em 212 cidades. Dos oito, ela ocupava a posição mais elevada. Outros que largaram seus empregos nas clínicas incluíam enfermeiras, secretárias e guardas de segurança.

Além disso, uma clínica de aborto da Federação de Planejamento Familiar em Kalispell, Montana, anunciou que encerrará suas atividades em 20 de novembro, citando declínio nos negócios como o motivo para o fechamento. Essa clínica foi o local de uma vigília de oração de 40 Dias pela Vida nesta última primavera.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09110204.html

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15 de novembro de 2009

PLC 122: Perigo de nova votação surpresa esta semana na Comissão de Direitos Humanos

PLC 122: Perigo de nova votação surpresa esta semana na Comissão de Direitos Humanos

Fátima Cleide celebra sua "vitória" na aprovação do PLC 122 em comissão do Senado, chamando oposição católica e evangélica de "minoria barulhenta", e já prepara nova manobra para vencer essa "minoria"

Julio Severo

O PLC 122/2006, que foi modificado para facilitar seu avanço, foi aprovado em 10 de novembro na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Essa modificação, elaborada pela senadora Fátima Cleide com a ajuda do senador Marcelo Crivella, estabelece sanções a práticas discriminatórias contra a orientação sexual das pessoas.

A estratégia da senadora para avançar o projeto foi cancelar duas audiências públicas previstas na Comissão de Assuntos Sociais e rapidamente colocá-lo para votação, sem comunicar a votação na pauta normal da comissão. A manobra dela foi denunciada por dois senadores que apoiaram Lula nas duas eleições presidenciais passadas, conforme a seguinte informação do site do Senado:

Senadores denunciam suposta manobra na votação de projeto que criminaliza a homofobia

Os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Valter Pereira (PMDB-MS) denunciaram em Plenário nesta quarta-feira (11) suposta manobra na aprovação, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na última terça-feira, do projeto que pune discriminação contra homossexuais, idosos e deficientes.

A proposta (PLC 122/06), de autoria da então deputada Iara Bernardi, foi aprovada na forma de substitutivo oferecido pela relatora, senadora Fátima Cleide (PT-RO). A matéria agora será examinada pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), antes de seguir para votação em Plenário. Como foi alterado no Senado, o projeto voltará à Câmara dos Deputados.

Crivella criticou a votação do requerimento para suspender a audiência pública sobre o assunto, considerado polêmico, e a inclusão do projeto como item extra-pauta. Para o senador, na forma como foi aprovado, o projeto é inconstitucional, já que, a seu ver, nega aos cristãos o direito de livre expressão.

— Isso fere todo sacerdote, todo padre, todo pastor; fere todo pai, todo cidadão que queira ensinar ao filho que o homossexualismo é pecado. Não pode mais porque passa a ser crime — disse.

Magno Malta lembrou que a votação às pressas do projeto em Plenário já havia sido tentada em dezembro do ano passado. Em sua avaliação, a proposição cria uma "casta especial".

— A discussão não é religiosa. Trata-se de um projeto de lei inconstitucional. Precisamos debater a questão com a sociedade, e essa Casa precisa votar com a sociedade — disse.

Valter Pereira, por sua vez, observou que o projeto pode fomentar, inclusive, conflitos entre pais e filhos, caso filhos homossexuais decidam questionar a educação que receberam dos pais de acordo com padrões heterossexuais.

— Se essa matéria for aprovada por essa Casa e se o presidente não vetar, ela vai nos colocar no anedotário internacional — disse.

Fonte: Agência Senado

Mudanças estratégicas

O famigerado PLC 122/2006 (que na Câmara dos Deputados era o PL 5003/2001, da Dep. Iara Bernardi — PT/SP) penalizava apenas as pessoas jurídicas com perda de benefícios oficiais. Pela subjetividade, as penas poderiam facilmente atingir as igrejas através das seguintes cláusulas: "proibição de ingresso ou permanência", "atendimento diferenciado" e "adoção de atos de coação".

O projeto aprovado na Câmara dos Deputados atinge diretamente a pregação do Evangelho, pois traz a possibilidade de que a pregação de textos bíblicos sobre a homossexualidade seja interpretada como indução e incitação ao preconceito e discriminação a indivíduos que estão na homossexualidade.

A manobra de Fátima Cleide, com seu substitutivo de 14 de outubro, foi excluiu qualquer menção direta a homossexuais, bissexuais, lésbicas e transgêneros, substituindo pelo termo vago "orientação sexual" — que é muito mais amplo, podendo, conforme as mudanças dos ventos e tendências sociais, ser facilmente interpretado e invocado para proteger e reivindicar direitos especiais para homens que têm "orientação sexual" por meninos ou meninas. Além da questão da homofobia, foi incluída punição à discriminação ou preconceito a idosos e pessoas portadoras de deficiência como estratégia exclusiva para facilitar o avanço do PLC 122.

O texto da senadora tem o objetivo de amenizar as resistências da população católica e evangélica, mas ainda constitui uma ameaça à livre pregação de passagens e doutrinas bíblicas referentes à homossexualidade.

Apesar de que um instituto ligado ao PT apurou que, de uma forma ou de outra, 99% da população brasileira não concorda com o homossexualismo, Fátima Cleide se gabou de sua "vitória" contra o que ela chamou de "minoria barulhenta". Para ouvir agora mesmo o discurso de "vitória" dela, clique aqui:


Segundo informação confidencial que recebi, a nova manobra da senadora petista agora é colocar o PLC 122 para votação na Comissão de Direitos Humanos do Senado na terça-feira (17 de novembro) ou nos próximos dias.

Texto do substitutivo do PLC 122 aprovado por Fátima Cleide em 10 de novembro de 2009 na Comissão de Assuntos Sociais do Senado:

Art. 1º A ementa da Lei 7716/1989, passa a vigorar com a seguinte redação: Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 2º A Lei 7716/1989, passa a vigorar com as seguintes alterações:

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público.

Pena: reclusão de um a três anos.

Parágrafo único: Incide nas mesmas penas aquele que impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público de pessoas com as características previstas no art. 1º desta Lei, sendo estas expressões e manifestações permitida às demais pessoas.

Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Pena: reclusão de um a três anos e multa.

Art. 3º O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei 2848/1940 (Código Penal), passa a vigorar com a seguinte redação:

§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero: ...... Pena — reclusão de um a três anos e multa.

Como fazer contato com os senadores:

Manifeste-se agora mesmo aos senadores para que detenham as manobras de Fátima Cleide para votar o PLC 122 nesta semana. Para escrever para todos os senadores de uma só vez, consulte os emails deles neste link:
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html

Para ligar gratuitamente para o seu senador, disque: 0800612211

Para ter o email e telefone do seu senador, siga este link: http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*

Divulgue, publique e mande este artigo para todos os seus amigos.

Com informações do Dr. Ricardo Nery. 

Fonte: www.juliosevero.com

Leia mais:

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Escritórios da Google apoiam referendo a favor de direitos de casamento para casais gays

Escritórios da Google apoiam referendo a favor de direitos de casamento para casais gays

James Tillman

SEATTLE, WA, EUA, 29 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Representantes dos escritórios da Google em Seattle e Kirkland, Washington, enviaram uma carta ao editor do jornal Seattle-Post Intelligencer apoiando o Referendo 71, que concederá os mesmos direitos legais de casamento para "parceiros" do mesmo sexo. A carta se junta a muitos outros exemplos em que a Google e outras empresas grandes e ricas mostram que estão ativamente opostas aos princípios dos movimentos pró-vida e da família tradicional.

A carta, assinada pelos diretores de planejamento e site de cada escritório, diz que embora a Google "geralmente não assuma posições em questões sociais, legais ou políticas que se levantam além de nosso trabalho normal e diário", há apesar disso "questões que são tão importantes e nítidas que nos sentimos na obrigação de expressar nosso apoio".

"Apoiar o Referendo 71 é uma dessas questões".

Essa declaração vem quando se aproxima a votação aparentemente apertada de 3 de novembro sobre o Referendo 71. O Referendo 71, embora não conceda o nome de casamento às parcerias de mesmo sexo, apesar disso concederá a tais parcerias os mesmos direitos, obrigações e responsabilidades que os casamentos têm.

No entanto, a Google não é a única empresa a se manifestar em favor de tais parcerias.

A Microsoft recentemente deu 100 mil dólares para a União das Famílias de Washington (UFW), uma organização que está trabalhando para aprovar o Referendo 71. A Microsoft tem também uma antiga reputação de promover o homossexualismo. O presidente da Microsoft Bill Gates e o diretor executivo Steve Ballmer doaram cada um 25 mil dólares para a UFW.

Tais números são característicos numa corrida em que os grupos homossexuais levantaram vastamente muito mais dinheiro do que os grupos pró-família. O site da Comissão de Transparência Pública do Estado de Washington relatou que a UFW levantou aproximadamente dois milhões de dólares, enquanto as organizações pró-família Proteja o Casamento em Washington e Vote para Rejeitar a R-71 juntas levantaram menos de 450 mil dólares, menos de um quarto do que a oposição levantou.

Microsoft, Nike e Boeing estavam também entre as várias empresas que divulgaram uma declaração conjunta de apoio do Referendo 71.

Contudo, tal qual o apoio da Microsoft, o apoio da Google ao Referendo 71 não é nenhuma surpresa. A Google tem trabalhado contra os conservadores e famílias no passado por meio do vasto poder que tem sobre conteúdos na internet.

O YouTube, cujo dono é a Google, tem a má fama de censurar vídeos pró-vida. Em 24 de junho, eles removeram um vídeo de Life Action Films exibindo um funcionário da organização aborteira Federação de Planejamento Familiar afirmando que as fotos explícitas de aborto usadas pelos ativistas pró-vida "não são reais". Em 10 de julho, eles removeram um vídeo mostrando a Federação de Planejamento Familiar cometendo negligência ao não denunciar o que seria o estupro de uma menina menor de idade sob a lei do Estado do Alabama. Tem havido vários outros casos de tal censura.

A Google também se opôs à Proposta 8 na Califórnia, um referendo para proteger os casamentos da Califórnia como a união entre homem e mulher. Sergey Brin, co-fundador da Google, escreveu que "é o efeito assustador e discriminatório da proposta em muitos de nossos funcionários que leva a Google a se opor publicamente à Proposta 8".

Ele continuou: "Esperamos que os eleitores da Califórnia votem 'não' na Proposta 8 — não devemos eliminar os direitos fundamentais de ninguém, qualquer que seja a sua sexualidade, de casar com a pessoa que ama".

A Google tem também sido processada por recusar permitir anúncios pró-vida sobre o aborto que contenham conteúdo religioso. A Google resolveu esse conflito fora dos tribunais.

Veja as notícias relacionadas de LifeSiteNews.com:

YouTube Yanks another Pro-Life Exposé Video

YouTube Yanks Video Exposing Obama's Abortion Extremism

Google to be Sued for Anti-Christian Discrimination for Refusing Advertising

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102912.html

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14 de novembro de 2009

O feminismo beneficiou mais os homens do que as mulheres?

O feminismo beneficiou mais os homens do que as mulheres?

Hilary White

29 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Num artigo opinativo no jornal New York Times, a líder feminista americana Maureen Dowd expressou surpresa que recente pesquisa continue a mostrar que as mulheres, que estão economicamente emancipadas pela revolução feminista, estão mais infelizes agora, quarenta anos depois, do que os homens.

Chamando de “paradoxo” que as mulheres podem ter se desfeito de seus aventais de cozinha, Dowd escreveu: “Mas quanto mais as mulheres têm conquistado, mais elas parecem estar tristes. A revolução feminista acabou beneficiando mais os homens do que as mulheres?”

Dowd, que é jornalista e colunista regular do New York Times, é conhecida como uma das últimas feministas radicais da velha guarda, e é autora do livro “Are Men Necessary? When Sexes Collide” (Será que os homens são necessários? Quando os sexos entram em colisão).

O artigo opinativo de Dowd veio depois de uma matéria da revista Time mostrando que apesar de que as mulheres têm mais oportunidades econômicas, mais “opções reprodutivas livres” [contracepção e aborto] e mais divórcio fácil, os homens estão mais felizes de modo geral do que as mulheres nos EUA. As mulheres, disse Dowd, estão sendo “levadas à distração” ao manterem tanto sua condição de mães e esposas enquanto ao mesmo tempo mantêm carreiras turbinadas. Citando vários pesquisadores diferentes, Dowd disse que uma grande parte do problema são os filhos. “Uma área de extrema distração são as crianças”, escreveu ela.

Mas uma ameaça ainda maior para a felicidade das mulheres, disse ela, é o instinto natural das mulheres para forjar fortes laços e relacionamentos emocionais. “Elas tendem a se ligar a outras pessoas de forma mais forte, se esgotar mais quando perdem vínculos, levam as coisas a nível mais pessoal no trabalho e usam muito mais antidepressivos”.

No artigo da Time, Nancy Gibbs diz que a pesquisa da revista mostrou que embora as mulheres tenham “ganho mais liberdade, mais educação e mais poder econômico”, o estudo mostrou que “elas se tornaram menos felizes”.

Desde que a Time publicou um artigo sobre as conquistas feministas no começo da década de 1970, Gibbs escreveu: “Quase metade dos diplomas de direito e medicina vão para mulheres… metade dos presidentes de associações atléticas universitárias são mulheres, e de cada três âncoras de redes de TV, dois logo serão; três dos quatro mais recentes secretários de Estado têm sido mulheres. Há mais de 145 fundações que existem para fortalecer as mulheres ao redor do mundo”.

Mas as mulheres ainda estão dizendo que não estão felizes comparadas aos homens, de acordo com as pesquisas, e estão sofrendo mais do que os homens na crise financeira. O misterioso “paradoxo” das mulheres emancipadas, que vivem na contracepção e carreiras de alto desempenho, não é tão misterioso para alguns.

Gibbs escreve que entre as mudanças “mais desconcertantes” está a evidência de “que à medida que ganharam mais liberdade, mais educação e mais poder econômico, as mulheres ficaram menos felizes”. “Nenhuma teoria satisfatória explica essa tendência”.

Gibbs mesma aponta para uma resposta, dizendo: “Entre as mudanças mais dramáticas na geração passada está a separação do casamento da maternidade” e que as mulheres “não mais vêem o matrimônio como ponto necessário no caminho para a segurança financeira ou para a maternidade”.

Ela comenta o elevado aumento no número de crianças que nascem de mães solteiras (de 12 por cento para 39) e observa que embora “a maioria das crianças em meados da década de 1970 estivesse sendo criada por uma mãe que permanecia no lar, hoje menos de um terço delas estão em casa”.

Mas Albert Mohler, comentando numa coluna, seguiu a evidência, dizendo: “A grande pergunta levantada por esses estudos é esta: O feminismo produziu infelicidade entre as mulheres? Essa pergunta é inescapável quando vista à luz do contexto histórico”.

Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, membro da diretoria de Focus on the Family e apresentador de um programa cristão de rádio que debate questões sociais. Ele cita Gail Collins, que escreveu em seu livro “When Everything Changed: The Amazing Journey of American Women from 1960 to the Present” (Quando tudo mudou: a jornada estupenda de mulheres americanas de 1960 até o presente), que as realizações das mulheres “não revolveram as tensões de tentar criar filhos e manter um emprego sob controle ao mesmo tempo”.

“Lamentavelmente”, escreve Mohler, “a maioria das feministas parece não ter a capacidade, devido a seus compromissos ideológicos, de fazer as perguntas mais difíceis.

“O fato é que o feminismo jamais foi apenas sobre abrir portas para as mulheres. A fim de justificar a vasta transformação social que o feminismo produziu, o movimento feminista aspirou a uma coisa apenas: uma total revolução social, moral e cultural. Ao longo do caminho, o feminismo redefiniu o que é ser mulher, casamento, mãe e os papéis dos homens e das mulheres”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102911.html

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13 de novembro de 2009

Pesquisadora da Gardasil admite que a vacina poderá ser mais perigosa do que a doença

Pesquisadora da Gardasil admite que a vacina poderá ser mais perigosa do que a doença

Hilary White


28 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma pesquisadora que trabalha para a empresa farmacêutica Merck e que ajudou a desenvolver as vacinas Gardasil e Cervarix do papilomavírus humano (HPV) revelou que as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir.

A Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das duas vacinas, fez essas observações durante um discurso na 4ª Conferência Pública Internacional sobre Vacinação em Reston, Virginia de 2-4 de outubro.


A Dra. Harper em várias ocasiões advertiu que as vacinas estavam sendo excessivamente comercializadas e que não se fizeram adequadamente pesquisas sobre seus potenciais efeitos colaterais.


A Dra. Harper disse para a TV CBS News em 19 de agosto de 2009 que “meninas e seus pais têm de receber avisos mais completos antes de receberem a vacina” e que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer cervical.


Um relatório de Steven W. Mosher e Joan Robinson do Instituto de Pesquisa Populacional (IPP), que estavam presentes durante a apresentação da Dra. Harper na Conferência sobre Vacinação, declara que embora a palestra dela tivesse tido a intenção de promover a vacina, o que ela disse deixou muitos profissionais de saúde pensando se a droga deveria realmente ser dada, considerando sua “fraca promessa de eficácia como vacina ligada a um elevado risco de efeitos colaterais que ameaçam a vida”.


A Gardasil, explicou a Dra. Harper, é promovida pela Merck, que é a fabricante farmacêutica, como um meio “seguro e eficiente” de prevenção contra o câncer cervical. A teoria por trás da vacina é que, como o HPV pode causar câncer cervical, a concessão de maior imunidade de algumas variantes do HPV poderia reduzir a incidência dessa forma de câncer. Na busca dessa meta, dezenas de milhões de meninas americanas foram vacinadas até agora.


No entanto, “A palestra me deixou com a percepção de que o risco de efeitos colaterais adversos é muito maior do que o risco de câncer cervical, de forma que não pude deixar de questionar o motivo por que precisamos realmente da vacina”, disse Joan Robinson, redatora assistente do Instituto de Pesquisa Populacional.


Robinson acrescentou que ela “não desejava dar a impressão de que a Dra. Harper apresentou, ainda que inadvertidamente, uma perspectiva sistematicamente negativa de sua própria vacina. Ela elogiou certos ‘benefícios reais’, o principal sendo que a ‘vacina reduzirá o número de testes de acompanhamento depois dos exames de papanicolau’, e assim reduzirá as ‘tensões de relacionamentos’, ‘estresse e ansiedade’ de anormais ou falsos resultados positivos de HPV.


A Dra. Harper também explicou, porém, que 70% das infecções de HPV se solucionam sem tratamento em um ano. Depois de dois anos, esse índice sobe para 90%. Dos restantes 10% das infecções do HPV, só metade coincide com o desenvolvimento do câncer cervical.


“Aliás”, continuou Robinson, a Dra. Harper “surpreendeu sua audiência declarando que a incidência de câncer cervical nos EUA é tão baixa que ‘se recebermos a vacina e continuarmos os testes de papanicolau, não abaixaremos o índice de câncer cervical nos EUA’”.
 

 Nesse ponto a Dra. Harper disse que “com o uso da Gardasil, só haverá redução no câncer cervical quando pelo menos 70% da população estiverem vacinados, e nesse caso, a redução será bem mínima. A quantidade mais elevada de mínima redução aparecerá em 60 anos”.
 

Nos EUA, o índice de câncer cervical é 8 por 100.000 mulheres, e uma das formais mais tratáveis de câncer. O atual índice de mortalidade de câncer cervical está entre 1,6 a 3,7 mortes por 100.000 casos da doença e está continuamente declinando devido aos tradicionais testes de papanicolau e tratamento.

O relatório do IPP aponta que os registros mais recentes do Sistema de Registro de Casos Adversos de Vacinas (SRCAV) indicam que 15.037 meninas oficialmente relataram efeitos colaterais adversos da Gardasil nos EUA, e que o Centro de Controle de Doenças (cuja sigla em inglês é CDC) reconhece que houve 44 mortes registradas ligadas à vacina.
 

O que é de preocupação ainda maior é a probabilidade de que os números de mortes e efeitos adversos estão abaixo da realidade.
 

Os comentários da Dra. Harper numa notícia da TV ABC News coincidem com a afirmação do Centro Nacional de Informações de Vacinas de que “embora aproximadamente 70 por cento de todos os registros de reações da Gardasil tivessem sido apresentados pela Merck, um elevado 89 por cento dos registros que Merck apresentou eram tão incompletos que não havia informações suficientes para as autoridades de saúde fazerem um adequado acompanhamento e análise”.
 

O relatório do IPP comenta que “em média, menos que 10 por cento — talvez ainda menos que 1 por cento — dos casos adversos graves da vacina nunca são registrados, de acordo com a Revista Americana de Saúde Pública”.
 

Steven Mosher do IPP concluiu a notícia sobre as revelações da Dra. Harper oferecendo algumas considerações sobre a promoção intensa da Gardasil não apenas pelo fabricante da vacina, mas também por órgãos governamentais.
 

“Penso que eles vêem a Gardasil como aquilo que poderíamos chamar de uma droga ‘para abrir caminho’. Para eles, o sucesso dessa campanha de vacinação pública tem menos a ver com a eliminação do câncer cervical e mais com a abertura da porta para outras campanhas de vacinação para outras doenças sexualmente transmissíveis, e talvez até uma vacina contra a própria gravidez.
 

“Pois se eles puderem vencer as objeções dos pais e organizações religiosas à vacinação de meninas — que não são sexualmente ativas — contra uma forma de DST, então será muito mais fácil embarcar em campanhas semelhantes no futuro.
 

“Afinal, os defensores da liberação sexual estão determinados a não permitir que meras doenças — ou até mesmo a morte — sirvam de obstáculos para seus prazeres. Eles acreditam que tem de haver soluções tecnológicas para as doenças que se originaram de sua implacável promoção da promiscuidade. Apesar de tudo, a alternativa é horrível demais para se contemplar: Eles poderiam ter de aprender a controlar seus apetites. E eles poderiam ter de ensinar abstinência”.
 

Veja os artigos relacionados de LSN:

Jovem inglesa sofre ataques e danos cerebrais depois de receber injeção da vacina HPV http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/10/jovem-inglesa-sofre-ataques-e-danos.html
 

Gardasil Vaccination Results in Three Outbreaks of Genital Warts in Fiji School Children
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08111803.html
 

Controversial HPV Vaccine Causing One Death Per Month: FDA Report
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08070316.html
 

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com


Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102903.html

 
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12 de novembro de 2009

Sexo e socialismo

Sexo e socialismo

Jayme S. Sellards
Sei que isso é esquisito, e até um pouco vergonhoso, mas é hora. Isso mesmo: É hora de falarmos sobre sexo.
Primeiro, quero deixar claro que o sexo é simplesmente outra função física, e não há nada de importante por trás dele. Segundo, o amor não existe. Por isso, não se preocupe sobre esperar até achar a pessoa certa. Aliás, você deveria se envolver em sexo indiscriminado com qualquer pessoa que por acaso apareça no seu caminho. Resumindo: todo sexo é aceitável, em qualquer tempo, em qualquer idade, com qualquer um.
O que? Você ficou ofendido com o que acabei de dizer? Olha, tenho de ser sincero e confessar que essa conversa de sexo não é realmente de minha autoria original. Estou apenas parafraseando Karl Marx. O que é importante entender, porém, é que embora o que acabei de dizer pode parecer loucura para você, é a perspectiva socialista exata acerca do sexo. Entenda: a promiscuidade e os desvios sexuais desempenham um papel no estabelecimento de um sistema socialista de governo.
Quando ouvem a palavra “socialismo”, a maior parte das pessoas acha que é uma filosofia econômica. As pessoas comuns associam o termo com a destruição do capitalismo e o governo tomando o setor privado. Embora isso seja certamente verdade, há também um componente social correspondente que é muitas vezes ignorado. É, afinal de contas, chamado “social”-ismo.
Marx entendia que o capitalismo não se sustenta sozinho. A idéia do livre mercado foi inventada por países ocidentais com valores éticos judaico-cristãos. Assim, ele sabia que qualquer um interessado em destruir o capitalismo tem também de erradicar os alicerces fundamentais da sociedade que o sustentam.
O componente mais fundamental de todas as sociedades é a família. Na civilização ocidental, a família começa no casamento de um homem e uma mulher. Durante esse casamento, o marido é tradicionalmente o líder da família e o provedor de alimento, roupas e abrigo. A esposa cria um lar amoroso e cria os filhos.
Os laços entre marido e esposa são vistos como espirituais, emocionais e exclusivos. O sexo é a expressão máxima desses laços e, de forma importante, o casamento só é consagrado depois que o marido e a esposa tiveram sua experiência física íntima. Como tal, o sexo pré-conjugal é desencorajado na cultura ocidental, pois barateia e desvaloriza os laços entre marido e esposa e, consequentemente, o significado do casamento e família.
O socialismo não consegue funcionar sob o modelo de família da civilização ocidental. Sob um regime socialista, não pode haver família tradicional, pois o Estado é o líder e provedor de todos. Além disso, toda espiritualidade e emoção têm de ser reservadas exclusivamente para o Estado. Portanto, Marx sabia que a fim de que o socialismo tivesse êxito, ele tinha de achar um jeito de destruir a família.
O modo mais fácil de alcançar essa meta, ele descobriu, era incentivando todos os tipos de sexo. Se o sexo fosse comum e indivíduos solteiros tivessem relações com quantos parceiros quisessem, o sexo perderia todo o seu sentido espiritual e emocional. Assim, o casamento se tornaria irrelevante, e as famílias acabariam deixando de existir.
Com esse propósito, Marx aplicou sua filosofia econômica à sua perspectiva acerca do casamento. Exatamente como ele pregava que toda propriedade privada tinha de ser abolida, da mesma forma ele pregava que todos os relacionamentos privados tinham de ser abolidos. No “Manifesto Comunista”, Marx exigiu “mulheres abertas para todos”, o que significava que nenhuma mulher deveria ser sexualmente exclusiva para um só homem. Em vez disso, as mulheres tinham de se repartir com todos os homens, sem nenhum compromisso. Essa é a origem do movimento de “amor livre” popularizado na década de 1960.
Aliás, não é por acaso que o aumento de programas assistencialistas de linha socialista na década de 1960 tenha coincidido com o aumento do movimento de “amor livre”. Foi um golpe socialista duplo contra nossa cultura tradicional. A “liberação sexual” desvalorizaria o sentido do sexo e família, e o Estado interviria para preencher o vazio, substituindo o marido como líder e provedor.
Durante os 40 anos passados, testemunhamos o sucesso desse plano. Ano após ano, permitimos gradualmente que o governo ganhe mais e mais controle sobre nossas vidas. Ao mesmo tempo, estamos também gradualmente abandonando nossa moralidade sexual tradicional e estamos aceitando o sexo antes do casamento, a criação de filhos sem pais, o casamento gay e até mesmo a pornografia como tendência atual e normal.
À medida que lutamos e resistimos à radical agenda econômica da esquerda, não nos esqueçamos de lutar contra sua radical agenda social também. Compreenda, como compreende a esquerda, que as famílias tradicionais intactas não entregam seu sustento nas mãos do governo. As famílias mesmas se sustentam. 
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

11 de novembro de 2009

Tudo pelo Estado, nada fora do Estado

Tudo pelo Estado, nada fora do Estado

Bruno Pontes
Uma das primeiras lições que o esquerdista aprende no cursinho de mistificação é que chamar seus oponentes intelectuais de "fascistas" constitui a maneira mais eficiente de simular autoridade moral e inteligência superior. É uma palavrinha mágica. Nas ocasiões em que o esquerdista se vê encurralado (resumindo, quando o esquerdista enfrenta alguém com os neurônios sadios), ele estufa o peito, despeja o "fascista!" e sai de cena com o nariz empinado, transbordando presunção. Esquerdistas gostam de se apresentar como defensores da liberdade. É uma mentira grotesca, alimentada por semântica deturpada, valores invertidos e muita, muita propaganda.
Acaba de ser lançando no Brasil o livro Fascismo de Esquerda, escrito pelo americano Jonah Goldberg. Analisando "a história secreta do esquerdismo americano" (é o subtítulo), Goldberg mostra a semelhança de idéias entre os liberals dos Estados Unidos (lá, liberal significa esquerdista) e os fascistas. Friedrich Hayek dizia o mesmo em 1944, com o magistral O Caminho da Servidão. Na época, a crença nos benefícios do socialismo reinava entre os políticos e intelectuais ingleses. O próprio Hayek simpatizou com o socialismo na juventude. Mas ele notou, partindo do estudo da economia, que a crescente primazia do Estado sobre o indivíduo propicia o estabelecimento de um regime totalitário. De favor em favor, e geralmente sem que os governados percebam, o Estado benfeitor se transforma no monstro. Hayek escreveu o livro como advertência e o dedicou "aos socialistas de todos os partidos".
São intermináveis os exemplos do fascismo de esquerda no Brasil do PT. O caso mais recente: a Câmara dos Deputados e o Senado aprovaram uma emenda à Constituição que obrigará os pais a entregar seus filhos de quatro anos à escola. O esquerdista dirá: "Certíssimo. O Estado tem a obrigação de garantir educação e quanto mais cedo melhor". A educação estatal é um direito, recitará o esquerdista. Por aí vocês vêem qual é a noção de liberdade dessa gente: é um direito, mas eu não tenho a liberdade de rejeitá-lo. Educar os filhos de forma privada dá cadeia.
No noticiário, a PEC 96A/03 foi tratada como uma emenda para destinar mais dinheiro ao MEC, o que já é trágico (mais dinheiro do brasileiro no lixo). No entanto, o mais grave é que a PEC torna compulsório o ensino para crianças e jovens de quatro a 17 anos. Nossos parlamentares nem se preocuparam em consultar os pais. Por que deveriam? A idéia da autoridade paterna não lhes passa pela cabeça. A tutela estatal vale mais. A escola é um parque de diversões para a doutrinação dos alunos com esquerdismo e correção política. Agora a operação ficará mais fácil para os burocratas do MEC. O que pode ser melhor para eles do que ter à disposição crianças de quatro anos de idade?
Divulgação: www.juliosevero.com
Leia mais:
Golpe nos direitos dos pais

10 de novembro de 2009

Surpresa! PLC 122 é aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado

Surpresa! PLC 122 é aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado

Enquanto a população está distraída com a novela da enquete do Senado, PLC 122/06 é levado à votação apressada, sem passar por pauta

Julio Severo
Hoje, dia 10 de novembro, foi dia de susto no Congresso Nacional. Foi repentinamente aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado o PLC 122/06, que estava programado para passar por mais duas audiências nessa comissão. Essas duas audiências agora são desnecessárias, pois a senadora petista Fátima Cleide conseguiu colocar o projeto para votação sem comunicar na pauta normal de votação de hoje.
Enquanto a bancada evangélica estava elaborando seus argumentos para os debates das audiências e enquanto o Brasil estava distraído com a enquete do Senado e suas desculpas, Fátima Cleide e seus aliados passaram a perna em todos.
O sistema automático do Senado, que avisa os assinantes das votações a se realizar, nada comunicou ao Brasil.
O esquema de Cleide foi tão ardiloso que até mesmo no Senado os opositores do PLC 122/06 não tinham a mínima consciência de que sua votação ocorreria hoje, descansando tranquilamente na idéia de que havendo mais duas audiências programadas, seria impossível uma votação repentina.
O PLC 122/06 que foi maliciosamente aprovado hoje contém modificações elaboradas juntamente com o Senado Marcelo Crivella, pois em sua forma anterior o projeto estava enfrentando mais dificuldades para avançar. A fim de facilitar seu avanço, a negociação com Crivella adicionou idosos, deficientes e até evangélicos ao projeto, que mesmo assim continua com sua carga explosiva de favorecimento ao homossexualismo e ameaça de perseguição ao direito de livre expressão contra a conduta homossexual.
Se o PLC 122/06 for totalmente aprovado no Congresso, pregações contra o homossexualismo cairão na categoria de “incitação à homofobia”, e mesmo sem nenhuma lei semelhante ao PLC 122/06, pastores e padres já estão sendo ameaçados no Brasil. O Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, recebeu uma intimação em 2007 apenas por se opor ao homossexualismo.
O PLC 122/06 seguirá agora para a Comissão de Direitos Humanos e, se a senadora petista prosseguir nas suas ações “honestas”, terça-feira próxima (17 de novembro) haverá mais uma votação surpresa. Mesmo com a população brasileira sendo 99% contra o homossexualismo e mesmo sendo normal que haja debates, é impossível predizer quantos truques na manga Fátima Cleide irá usar para vencer esses “obstáculos”.
Com a ajuda dela, os ativistas homossexuais estão dispostos a usar qualquer manobra para aprovar o PLC 122/06, inclusive adicionando idosos, deficientes e evangélicos e inclusive colocando-o para votação sem pauta e sem a participação democrática de parlamentares que poderiam votar contrariamente aos interesses dos que têm um único objetivo: impor goela abaixo da população a ideologia homossexual.
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Enquete do Senado: Senado isenta-se de negligências culpando hackers

Enquete do Senado: Senado isenta-se de negligências culpando hackers

Imprensa esquerdista também acusa hackers usando como base a opinião do site homossexual ParouTudo, que publicou artigo defendendo pedofilia

Julio Severo
Em matéria intitulada “Hackers atacam enquete do Senado sobre lei contra discriminação de gays”, o Portal Imprensa diz: “Um resultado incomum em uma enquete do site do Senado Federal suscitou investigação do departamento de tecnologia da Casa nesta segunda-feira (9). Na última quarta-feira (4), foi aberta a votação referente a criação de uma lei que torna crime a discriminação homossexual. Em um hora e meia, a enquete obteve cerca de 250 mil votos”.
Embora não tenha dito que houve ataques de hackers de ambos os lados, o Portal Imprensa cita a opinião do “site ParouTudo, ligado às causas do movimento GLS em Brasília (DF)”. Na matéria, ParouTudo acusa que “a alternativa ‘não’ manteve absoluta liderança enquanto a questão esteve aberta à votação”.
Dois anos atrás, na mesma época em que meu blog foi fechado por alguns dias por causa de acusações e calúnias dos ativistas homossexuais, denunciei que o mesmo site ParouTudo havia publicado um artigo defendendo abertamente a pedofilia. (Veja o texto pedófilo aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/pedofilia-e-homossexualismo.html) Eu pedi que as autoridades investigassem e se mobilizassem, mas hoje, mais de dois anos depois, absolutamente nada foi feito. Será que isso é o vale-tudo homossexual? A pedofilia só não é crime quando é defendida por homossexuais?
O site ParouTudo continua no ar, sem nenhum problema, mas paira sobre meu blog o risco de ser fechado pelo Ministério Público Federal. Esse é o Brasil de Lula, onde um site homossexual pró-pedofilia não enfrenta nenhum problema do MPF, enquanto meu blog que denuncia a pedofilia sofre acusações legais preconceituosas.
Com relação à enquete do Senado, se houve ataques de hackers, houve dos dois lados, mas duvido muito que o Senado e a imprensa se importassem se o ataque tivesse sido cometido apenas por hackers satisfazendo os caprichos pró-homossexualismo do governo.
E mesmo agora que o Senado invalidou as votações anteriores, a pergunta da enquete continua tendenciosa, Quando visitei a enquete ontem e hoje, havia problemas para votar e ver os resultados.
Suspeito que o Senado se sentiria mais tranqüilo se os brasileiros votassem em grande parte a favor do PLC 122 — o que é extremamente improvável, pois uma pesquisa realizada por um instituto ligado ao PT já comprovou que 99% dos brasileiros não aprovam o homossexualismo.
Receio que o Senado só ficará satisfeito quando hackers pró-homossexualismo inclinarem os resultados da enquete para dizer exatamente aquilo que o governo Lula quer ver. Aí as acusações e desculpas terminarão, e os resultados da enquete serão usados como evidência de que o povo brasileiro quer a aprovação de leis que punem as pessoas que têm opiniões contrárias ao homossexualismo.
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Resenha do livro “Luz no Armário: a Torá, a Homossexualidade e o Poder de Mudar”

Resenha do livro “Luz no Armário: a Torá, a Homossexualidade e o Poder de Mudar”

Critica literária feita por Kathleen Gilbert
FALLS CHURCH, Virginia, EUA, 28 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um rapaz de 14 anos foi levado a um respeitado terapeuta depois de sofrer prolongada depressão e extremas mudanças de temperamento. A raiz de seus problemas, ele acaba confessando, é que ele teme ser gay.
Enquanto vai explorando as experiências passadas do rapaz, o Dr. James Lock, psiquiatra da Universidade de Stanford, observa a conduta distante do pai do adolescente que provavelmente o deixou ansiando genuíno laço masculino. Lock também descreve como seu paciente era sensível, como ele era emocionalmente cativo de sua mãe, como ele era tratado mal por colegas do sexo masculino e como ele sentia vergonha da imagem do seu corpo — um padrão de necessidade emocional comum entre homens que desenvolvem atração do mesmo sexo.
A terapia de Lock, porém, não busca curar as feridas de relacionamentos do rapaz, as quais são tratadas como inconseqüentes. Em vez disso, o foco permanece quase que exclusivamente em resolver o que ele chama de “forte homofobia internalizada” do rapaz: em outras palavras, o fato de ele sentir repugnância à noção de ser intrínseca e irreversivelmente homossexual. O jovem, conhecido como J, é incentivado a abraçar a homossexualidade mediante vários meios.
O próprio J expressa aversão à ideia de Lock de bem estar: o terapeuta comenta que J se sentia constrangido entre membros de um grupo local de gays adolescentes, dizendo que “não era para mim”, e se sentiu “desligado e distante de si mesmo” depois de um encontro sexual com um homem mais velho. Lock conclui do nojo de J para com o sexo homossexual que o jovem é “ainda muito homofóbico”, e assim suas tentativas de se relacionar são “prematuras”.
De acordo com as anotações de Lock, depois de dois anos de intervenção para a “aceitação da homossexualidade”, J não melhorou, mas caiu numa depressão ainda mais profunda. Depois de quatro anos, J largou seu terapeuta para estudar numa universidade — escolhida em parte por sua classificação de favorável aos homossexuais.
Será que se J tivesse ido a outro terapeuta, sua história — e sua escolha máxima de auto-identificação — teria sido radicalmente diferente?
A verdadeira história de J é relatada no recente livro “Light in the Closet: Torah, Homosexuality, and the Power to Change” (Luz no Armário: a Torá, a Homossexualidade e o Poder de Mudar), no qual Arthur Goldberg, conselheiro credenciado e especialista em relacionamentos, comenta que o cenário de J é realmente epidêmico para indivíduos com atrações homossexuais indesejadas (AHI). Luz no Armário, originalmente publicado em 2008 pela editora Heifer Press, saiu numa segunda edição em julho deste ano e está disponível em várias lojas online.
“Se o Dr. Lock fosse algum tipo de extremista, poderíamos simplesmente descartar o caso de J como um exemplo isolado do que pode acontecer quando uma pessoa infeliz entra no consultório errado”, escreve Goldberg. Contudo, “o modo como o Dr. Lock tratou o problema de J é bem característico de um considerável número de profissionais de saúde mental”.
Vários outros testemunhos pessoais apresentados por Goldberg revelam a confusão profunda daqueles que têm experiências de AHI, mas que se sentem pegos em armadilhas da sociedade e dos profissionais médicos que insistem que eles são irreversivelmente homossexuais.
Goldberg é co-fundador e co-diretor da organização JONAH (Jews Offering New Alternatives to Homosexuality [Judeus que oferecem novas alternativas à homossexualidade]), que oferece ajuda, aconselhamento e encaminhamento de homossexuais e outras pessoas angustiadas da comunidade judaica e suas famílias. Ele lida com a questão da perspectiva exclusiva de um profissional que tem o profundo compromisso da orientação moral da Torá — o Antigo Testamento dos cristãos. Ele conclui que aqueles que sofrem de AHI podem encontrar cura espiritual e psicológica em conjunto com a sabedoria da lei de Deus.
Dirigindo seu diálogo para aqueles que expressam um desejo consciente de rejeitar os impulsos homossexuais, Goldberg começa seu argumento em favor da compreensão psicológica tradicional da homossexualidade como resultante de feridas psicológicas e emocionais do passado. Por exemplo, vários testemunhos de indivíduos que sofrem de AHI descrevem suas vidas sexuais na homossexualidade como uma tentativa torpe de satisfazer uma fome mais profunda de verdadeira aceitação por parte do mesmo sexo — um estado de incerteza que os deixa “emocionalmente agindo como adolescentes”.
No entanto, a moderna dificuldade com a homossexualidade não acaba aí: Goldberg esclarece não só as causas internas da homossexualidade, mas também a natureza e história do movimento homossexual, explicando a mudança gradual e deliberada no conceito do público acerca da homossexualidade: o movimento homossexual eliminou a atividade homossexual da mente de público e substituiu por característica e identidade. Longe de ajudar indivíduos com AHI, ele diz, o movimento “colocou muitos de seu próprio meio em situações de intolerável ambivalência, conflito, sofrimento e perigo mortal” lançando a noção de cura como impossível e absurda.
“Os relativistas morais, em união com o movimento homossexual e a tendência ‘politicamente correta’, muito fizeram para esconder ou deturpar as respostas, para confundir as questões e, aliás, para caluniar a religião tradicional — principalmente o judaísmo — como hostil e discriminatória contra os homossexuais”, escreve Goldberg.
“Os ativistas gays têm, em realidade, apagado a luz no armário homossexual”.
A análise de Goldberg atinge o ponto decisivo da contradição no argumento talvez mais comum dos direitos homossexuais: que adultos que consentem têm de ter o direito à privacidade. Pelo menos para alguns indivíduos com AHI — um problema que consegue lacerar as partes mais profundas da identidade moral de uma pessoa — a mera afirmação de que eles “consentiram” com a atividade homossexual mal fecha a questão de sua total e voluntária adoção do estilo de vida homossexual.
“O que implica realmente um adulto ‘consentido’?” questiona Goldberg. “Será que o consentimento é sincero, ou é só parte da mente (ou corpo) de uma pessoa fazendo o consentimento, enquanto a outra parte é amedrontada e drogada para ficar em silêncio? Sob quais circunstâncias o ‘consentimento’ de uma pessoa verdadeiramente representa sua decisão racional e totalmente informada?”
Em outras palavras, quando um homem não consegue nem mesmo confiar em si mesmo, o que lhe resta para recorrer? Para Goldberg, a resposta é óbvia.
A solução para aqueles que estão lutando para se livrar das correntes mentais e físicas da cultura homossexual, diz ele, pode essencialmente ser encontrada na Torá — onde a lei moral de Deus oferece uma saída certa da confusão em direção ao autoconhecimento, maturidade e cura.
Goldberg diz que uma chave para colher os benefícios de tal terapia centrada na Torá é entender o verdadeiro sentido da palavra hebraica to'eivah. A palavra é muitas vezes traduzida como “abominação”, mas Goldberg insiste que “desviado” ou “enganado” é mais preciso ao sentido original e mais apropriado à situação dos que sofrem de AHI.
“O ponto central do argumento deles é ‘discriminação aos homossexuais’”, escreve Goldberg. “Contudo, como é evidente do próprio texto, quando a Torá usa a palavra to'eivah, está condenando uma conduta, não um indivíduo… Implícito dentro desse entendimento [de to'eivah] está um simples fato: aquele que se desvia não perde a capacidade de encontrar o caminho de volta”.
Embora profundamente agradecido à sua tradição moral, Goldberg nega afirmações comuns entre judeus ortodoxos de que a cura só pode ser realizada por meio de piedade ou obediência religiosa. Em vez disso, ele diz, o teshuvah (o “retorno” para o plano de Deus) e a cura psicológica por meio de programas de aceitação sexual têm de prosseguir com muito rigor.
“Tal ação corretiva pode, e tem sido, realizada — e com um índice de sucesso que é elevado demais para se ignorar”, escreve Goldberg, “por meio de um método orientado envolvendo aconselhamento profissional, auto-descoberta e uma combinação de auto-ajustamentos graduais na espiritualidade e conduta característicos do teshuvah”.
Goldberg disse para LifeSiteNews.com que ele espera que qualquer pessoa que esteja com questionamentos para dar atenção à sua mensagem venha a descobrir que ela não só começa “uma vereda inteligente de cura e esperança para aqueles que estão sexualmente confusos, mas também ajudará qualquer um cujos valores foram confundidos pela cultura politicamente correta”.
“Escrevi o livro para reunir informações e recursos diversos, muitos dos quais a maioria desconhece”, disse ele, “e para desenvolver um modelo exclusivo que integra a cura secular psicológica com os mandamentos da Bíblia, assim capacitando as pessoas a vencerem a cultura sexualmente exploradora de hoje”.
É um tipo de capacitação que já deveria ter ocorrido há muito tempo.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102803.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.


9 de novembro de 2009

Células de bebês abortados usadas em cremes anti-ruga

Células de bebês abortados usadas em cremes anti-ruga

TENNESSEE, EUA, 27 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A organização católica Filhos de Deus pela Vida anunciou hoje que Neocutis, uma empresa biofarmacêutica com enfoque em dermatologia e cuidados da pele, está usando linhas de células de bebês abortados para produzir vários de seus cremes de pele anti-ruga.
Há anos Filhos de Deus pela Vida atua como uma organização de vigilância com relação às empresas farmacêuticas que usam linhas de células de bebês abortados em produtos médicos e eles recebem milhares de pedidos de informações do público sobre o uso de células de bebês abortados em cosméticos.
Contudo, a organização diz que essa é a primeira vez que eles encontraram uma empresa descarada o suficiente para colocar a informação bem em seu próprio site e literatura de produto.
“É absolutamente deplorável que Neocutis recorreria à exploração do cadáver de um bebê deliberadamente assassinado apenas com o propósito de colaborar com a pura vaidade e lucro financeiro”, declarou a diretora executiva Debi Vinnedge. “Não há simplesmente nenhuma justificação moral para isso”.
O principal ingrediente da Neocutis, conhecido como “Proteínas de Pele Processadas”, foi desenvolvido na Universidade de Lausanne a partir da pele de um bebê propositadamente abortado na 14ª semana de gestação. O cadáver do bebê foi doado pelo Hospital Universitário da Suíça. Subsequentemente, estabeleceu-se um banco de células, contendo vários bilhões de células de pele cultivadas para produzir o fator de crescimento humano necessário para restaurar a pele em envelhecimento. A lista de produtos que usam a linha de célula inclui: Bio-Gel, Journee, Bio-Serum, Prevedem, Bio Restorative Skin Cream e Lumiere.
Vinnedge está convocando um total boicote de todos os produtos da Neocutis, independente de sua fonte.
“Não há absolutamente nenhum motivo para se usar bebês abortados para tais motivos egoístas”, disse Vinnedge. “É anti-vida, anti-mulher e contraprodutivo como Neocutis está para descobrir!”
Filhos de Deus pela Vida está aconselhando as mulheres que usam produtos da Neocutis a jogá-los no lixo e a fazer contato com a empresa para expressar suas preocupações.
A organização pró-vida também disse que dará publicidade gratuita para empresas de cosméticos que não usam ingredientes imorais em seus produtos.
“Sabemos que há empresas que usam fontes morais para colágeno e proteínas de pele. Temos a intenção de promover publicamente essas outras empresas de cosméticos que competem com a Neocutis que estejam dispostas a dar um passo a frente e fazer contato conosco”.
Faça contato com a Neocutis:
Neocutis Inc.
3053 Fillmore Street # 140
San Francisco CA 94123
Fone: 1-866-636-2884

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102708.html
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Católicos e ortodoxos expressam “tristeza” com a decisão dos luteranos suecos de aceitar o “casamento” homossexual

Católicos e ortodoxos expressam “tristeza” com a decisão dos luteranos suecos de aceitar o “casamento” homossexual

Matthew Cullinan Hoffman
ESTOCOLMO, Suécia, 26 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Representantes da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa na Suécia estão se unindo aos luteranos conservadores que estão denunciando a recente decisão da Igreja Luterana da Suécia de realizar cerimônias de “casamento” homossexual, noticiou a Agência Noticiosa Católica.
Numa declaração conjunta, autoridades católicas e ortodoxas expressaram “tristeza” ao ficarem sabendo “da decisão do sínodo da Igreja da Suécia”, que é a maior organização religiosa do país.
“Em nossas igrejas e comunidades, não uniremos casais homossexuais, pois isso contradiz completamente a tradição da igreja e nossa visão da criação”, acrescentou a declaração, que também afirmou que a decisão “é um distanciamento não só da tradição cristã, mas também do ponto de vista da natureza do casamento que é típico de todas as religiões”.
Eles observaram que embora o diálogo com os luteranos vá continuar, “essa decisão da Igreja da Suécia aumentaria as diferenças”.
As opiniões dos representantes católicos e ortodoxos foram ecoadas por luteranos mais conservadores, tais como o Bispo Hans Stiglund, prelado do norte Suécia.
“Em meu modo de ver, o casamento é definido como uma relação entre homem e mulher sem nenhum espaço para uma relação entre parceiros do mesmo sexo”, disse ele.
De cada quarto suecos, três são membros da Igreja Luterana. A decisão de permitir “casamentos” homossexuais foi feita por representantes filiados aos partidos políticos nacionais, que são eleitos para uma assembléia nacional. A decisão foi aprovada por um voto de 176 contra 62 com 11 abstenções.
Embora as autoridades luteranas suecas estejam há anos “abençoando” uniões entre homossexuais, a nova decisão lhes permite chamar a união de “casamento”. Os pastores que tiverem objeções de consciência não serão obrigados a realizar a cerimônia.
Andrew Brown, do jornal esquerdista Guardian, expressou reservas sobre a decisão, comentando que a Igreja da Suécia passou agora dos limites até mesmo da ultra-esquerdista Igreja Anglicana.
“Fora da Igreja da Suécia, essa decisão com certeza levará a tensões nas relações ecumênicas”, escreveu Brown num recente editorial. “A Igreja Luterana Sueca em teoria compartilha seu sacerdócio com a Igreja da Inglaterra, por exemplo. Mas nenhum sacerdote inglês teria permissão de casar um casal gay e poucos iriam querer. Eles nem mesmo têm permissão de ter cultos de bênção. E, conforme mostram os detalhes do caso, virá a ser uma lição prática de como não separar a Igreja do Estado”.
Embora o líder da Igreja Luterana sueca, o arcebispo Anders Wejryd, tenha apoiado a decisão, até ele pareceu não ter se sentido bem com ela.
“De minha parte, a decisão certa foi tomada, mas consigo me identificar com os muitos que acreditam que isso foi longe demais”, disse ele numa coletiva à imprensa.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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